Dar importância ao Desporto é o objetivo do desporto.

O teu comportamento no Desporto reflete-se na tua vida, na forma de veres e sentires a vida, na forma que te comportas NA VIDA. Em casa, Nas brincadeiras, na Escola, no Aprender.

  • Crianças aprendem a respeitar: No Jogo / Na vida
  • Crianças aprendem a Dar o máximo: No Jogo / Na vida
  • Crianças aprendem a respeitar a Vitoria/Conquista: No Jogo / Na vida
  • Crianças aprendem a respeitar a derrota: No Jogo / Na vida.

Neste momento no “DESPORTO” dos adultos vemos:

  • Ganância: No Jogo / Na vida
  • Corrupção: No Jogo / Na Vida
  • Inveja em vez de Admiração: No Jogo / Na vida
  • Manipulação de resultados : No jogo / Na vida




Como posso ser um interveniente no desporto?
Fui atleta, Fui treinador, Fui Dirigente Associativo, Fui Árbitro, Fui juiz árbitro e na altura estava a fazer o melhor que sabia. Fiz o melhor que sabia.

Fui um pai que queria que o meu filho fosse melhor guarda-redes do que eu fui, fosse melhor defesa central do que eu fui e NÃO FUNCIONOU.

Hoje Sou pai de um atleta, de um estudante, de um humano que como eu está a aprender e a fazer o melhor que sabe.
Aprendi que querer que ele seja quem eu quero, não funciona.

Eu como pai, mostro-lhe que aqui na Terra, neste planeta que é o que conheço e lembro-me, existe hierarquia:
Pais Mandam : Filhos Obedecem. Aqui é assim.

Observei que os filhos copiam os comportamentos dos pais. Moldam-se de forma a receberem afeto daqueles que eles têm como referência: Os Pais, Os Tutores.

Por vezes (a maioria das vezes) deixam de serem quem são realmente, deixam de serem verdadeiros com eles, para se moldarem em comportamentos que permitem receber afeto, amor, carinho dos outros. Deixam de serem eles próprios. 🙁

Querer que ele seja quem eu quero não funciona.

  • Quantos de nós, pais, queremos e obrigamos que os filhos tenham boas notas e não tem?
  • Quantos de nós, pais, queremos e obrigamos que os filhos sejam eles próprios e eles não são?
  • Quantos de nós, pais, queremos e obrigamos que os filhos sejam educados e eles não são?
  • Quantos de nós, pais, queremos e obrigamos que os filhos nos respeitam e eles não respeitam?
  • Quantos de nós, pais, queremos e obrigamos que os filhos sejam do clube que seguimos e eles não seguem?

Querer que eles sejam quem eu sou, não funciona!
Querer isso, é começar a lhes mostrar:  Eu quero que respeites, mas não te mostro como.

As crianças (Alias todos nós crianças) OUVEM O QUE OS OUTROS FAZEM, não o que dizem.

Posso estar em desacordo com a opinião de outros pais,
Posso sentir desilusão com o trabalho efectuado pelos Treinadores, Dirigentes de um clube que simpatizo,
Posso sentir desilusão pelas notas baixas dos filhos.
Posso até opinar como seria melhor o treinador fazer desta ou de outra forma.

O que altera? NADA!

Posso observar que cada um está a fazer o melhor que sabe e pode, e assim aprender com isso.
Cada um de nós está a fazer o melhor que sabe, neste momento e eu também.

E se me incomoda o que vejo e que oiço, posso questionar:  O que posso fazer nos próximos 5 minutos?
E pode ser conseguir ouvir, conseguir respirar, conseguir ver. Simples. Coisas simples que muitos humanos não conseguem fazer e dariam milhões para o conseguir.

Então o que posso fazer como pai de um Atleta?
Então o que posso fazer como pai de um Aluno?
Então o que posso fazer como pai de um Humano?

Respeito-me!

Respeito-me quando digo não, em que o sim seria fazer um frete e não estar feliz na vida.
Respeito-me quando sou persistente, dedicado em melhorar algo que me derrotou, e por vezes consigo alterar a situação e outras sigo pelo caminho da vida, a respeitar a realidade.

O que posso fazer ao filho, atleta, humano?
Estar presente!

– Motiva-lo,
– Mostrar-lhe  como é ser persistente
– Mostrar-lhe que as emoções aparecem do nada, e alojam-se no corpo e o melhor é aceita-las. Eventualmente desaparecem.
– Mostrar-lhe que cada momento que nos marca a vida negativamente, tem e traz-nos algo de bom.
Estar presente nos momentos em que ele está a venerar emoções que lhe mostram a raiva, a tristeza, a desilusão, o medo, o receio, a vergonha e perguntar-lhe (ouvindo) se precisa de ajuda. A resposta pode ser não ou sim. Se for não, ouvi-lo e respeita-lo (deixando-lhe a venerar as emoções nesta fase de aprendizagem) e posso lhe dizer: Se precisares de ajuda estou ali.). Se a resposta for Sim, perguntar como? E ver se posso ou não ajuda-lo, e como.

No desporto, aprendi a respeitá-lo. Como?

– No Treino, No Jogo: É ele e o treinador!
– Na Dedicação nos treinos, nos jogos, na Persistência de melhorar cada vez mais quando o treino ou o jogo não corre da melhor forma: É Ele e eu. E ele pode dizer: Não preciso da tua ajuda. É ok! Respeito-lhe!

Na minha casa, aprendi a respeitar-me a respeita-lo. Como?
Mostro-lhe que quem manda em casa sou eu. Pago, trago comida, roupa, internet, tv, abrigo, estudos. Eu em casa mando.
Os Pais Mandam os filhos Obedecem.

E quando ele tiver a sua casa, e eu la entrar ele manda. Respeito!

As crianças Ouvem o que os outros fazem, não o que dizem.

As crianças Ouvem o que os outros fazem, não o que dizem.

Querer que os filhos sejam quem queremos que sejam, fechamos-lhes o caminho de serem quem são: Criativos, Honestos, Verdadeiros, únicos: COM ELES!

Queres saber como podes deixar o teu filho ser quem ele é realmente sem sentires stress?

Se estás cansado/a de sofrer, queres descobrir como começares a deixar de sofrer através de questionários simples em que nós próprios dissolvemos as histórias do passado e as ansiedades do futuro?

Podes, ou não, descobrires questionando os pensamentos. Vê mais detalhes aqui: Processo da Sombra Humana

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Analista / Programador na empresa GoalMarketing, S.A. | Aluno desta escola viva que é a vida, juntamente com estes milhões de colegas, mestres, despertadores que se permitem (me) despertar e me envolver nesta consciência de tudo e de nada. (escolaviva.eu) | Terapeuta e frequentador do/no espaço ki-madeira.com

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